Guerra Híbrida nas eleições brasileiras

A articulação da guerra híbrida com as bombas semióticas diárias da grande mídia (bombas linguísticas que explodem fragmentos de significação para impregnar a opinião pública de diversas maneiras – medo, ódio, insegurança, dúvida etc., sem nunca conseguir concatenar causa e efeito) é de uma complexidade de longo prazo, com diversas fases que, muitas vezes, se sobrepõem como camadas. Atuando simultaneamente.

Articulação entre grande mídia, Judiciário, ONGs, spin doctors, paid experts e técnicas de ação diretas nas ruas para acender o rastilho de pólvora.

Collor em 1989 e Bolsonaro em 2018. Lá no passado, a polaridade entre o Lula X o verde e amarelo de Collor. E agora, as polaridades voto masculino X feminino; Nordeste X Sudeste, anti-movimento identitários X pró-movimentos identitários. Enquanto a tensão real civilização X barbárie, fascismo X democracia, neoliberalismo X trabalhismo ficam em segundo plano.

O que torna a grande mídia numa narrativa monofásica: corrupção e moralismo, pautando Lava Jato, Polícia Federal, MPs e STF.



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