10 teorias da conspiração bizarras sobre o Sistema Solar

Os ingredientes para formar uma boa teoria da consipiração não unicamente são bastante banais, que nem também é incrivelmente generalidade que se encontrem em um mesmo sujeito — que frequentemente vira um grupo de indivíduos mais rápido do que alguém berraria “Elvis não morreu!”. Afinal, basta ter uma ração razoável de desinformação, alguma mania de perseguição e um intelecto facilmente excitável.

Sendo os limites do Sistema Solar a primeira fronteira unicamente imaginada pelos mortais, é proveniente que boa seção desses teóricos concentrem seus esforços em oferecer resposta a questões de inadiável urgência: há realmente homenzinhos verdes em qualquer planeta vizinho? O indivíduo realmente pisou na superfície da Lua em 1969? Será mesmo que a Terra gira em torno do Sol, e não o contrário?

É evidente que questionar o papel dos governos e suas forças secretas na atual exploração e utilização do Sistema Solar acabou se tornando alguma coisa ordinário ao longo dos anos (ou será que o , na verdade, está mancumunado com a União Europeia e com o McDonalds para dissiminar o trabalho difícil dos teoristas?). Entretanto, mesmo nesses temas batidos a originalidade humana ainda consegue imaginar conspirações de derrubar o queixo.

Duvida? Então confira aquém. Nas 10 teorias da conspiração mais bizarras sobre o Sistema Solar listadas pelo site ListVerse, há de um tudo — das viagens no tempo de Barack Obama ao temido Projeto Lúcifer e daí até as teorias de aproximação planetária de Immanuel Velikovsky. Só tente não escorregar em nenhuma delas.



Mudanças climáticas interplanetárias

É verdade que o aquecimento global ainda divide teóricos pelo orbe. Em diversos pontos do espectro, cientistas, políticos e ativistas ainda tentam (acredita-se) chegar a um consenso sobre o porquê das alterações climáticas na Terra — o que tanto é defendido que nem alguma coisa proveniente que nem quanto um fruto direto da ação do indivíduo sobre o planeta, incluindo ainda um grupo que nega, seja que nem for, que tal aquecimento realmente ocorra.

Mas há ainda um terceiro apanhado de teoristas. Segundo estes, sim, há alterações climáticas mensuráveis ocorrendo, mas isso não vale unicamente para a Terra. Proponentes dessa teoria afirmam que alterações semelhantes podem ser observadas em diversos planetas do nosso sistema, incluindo Marte, Júpiter e também o distante (e questionável) Plutão. O porquê desse aquecimento sistêmico, entretanto… Aí já é matéria para uma outra teoria.

O indivíduo chegou á Lua… Mas a filmagem é falsa!

A maior seção das teorias da conspiração associadas à primeira chegada do indivíduo à Lua, em 1969, normalmente tem seu foco em provar que, por fim, ninguém chegou a pisar lá coisa alguma; tudo foi uma grande farsa concebida pelo superior escalão político dos EUA e executado em qualquer estúdio de Hollywood. E aí que normalmente se questiona a iluminação da filmagem, os movimentos da bandeira estadunidense, as pegadas deixadas sobre o satélite etc.

Mas há um grupo que diz que, sim, Neil Armstrong, Edwin “Buzz” Aldrin e Michael Collins de óbvio fizeram aquela famosa viagem — unicamente a filmagem seria falsa. Os defensores dessa curiosa teoria da conspiração afirmam que o governo estadunidense teria optado por uma gravação mais profissional da aterrissagem, executada em estúdio, a término de intensificar a propaganda em torno do feito.

E há também quem diga que a filmagem original foi destruída por conta da natureza do que os astronautas encontraram ao chegar — alienígenas, normalmente, embora um enorme monólito preto também pareça válido. Isso teria tornado necessária uma filmagem destituída de “seja-lá-o-que-for”… Algo que pudesse passar na TV e tal.

Por que o Hubble não tira fotos da Lua?

Aproveitando o tema da teoria conspiratória anterior, aí vai mais uma que ganhou fôlego nos últimos anos. Eis o raciocínio: há quase meio século aparecem pessoas questionando a chegada da Apollo 11 à Lua; por que a NASA simplesmente não bate umas fotos da superfície lunar utilizando o telescópio Hubble, a término de mostrar os sinais deixados no lugar por Neil Armstrong e Cia. e dar término às especulações de uma vez por todas? Se a escritório espacial americana não o faz, certamente é porque esconde alguma coisa, claro?

Ok, essa até tem alguma elegância, mas há um pequeno inconveniente: o Hubble não seria particularmente útil para essa tarefa de turista asiático honorário. Conforme explicou o astrônomo Phil Plait em seu blog pessoal, o poderoso telescópio da NASA foi projetado para tomar imagens muito mais distantes, tendo sua solução de harmonia com esse propósito.

Caso fotografasse o ponto de aterrissagem do módulo espacial — ou até mesmo alguma coisa do tamanho de um campo de futebol —, o resultado provavelmente seria unicamente um ponto indistinguível de outros ao volta. Além disso, ele também acrescente que, mesmo se fosse provável, isso não pararia os teóricos da conspiração, já que os dados teriam sido fornecidos pelo próprio governo. Pois é, é difícil evadir dessa.

A Teoria de Velikovsky

Immanuel Velikovsky foi um eminente psiquiatra e psicanalista que, não obstante, também resolveu dar seus “pitacos” sobre o Sistema Solar. De óbvio, o intitulado “Worlds in Collision”, livro que reunia seus pensamentos, acabou por vender surpreendentemente muito nos EUA. Nele, Velikovsky explicava que nem não unicamente todos os eventos contidos na Bíblia ocorreram literalmente que nem todos tinham relação com a aproximação ocasional de corpos celestiais.

Baseado frouxamente em mitologias e textos antigos, Velikovsky afirmava que diversas catástrofes ocorridas na Terra se devem às eventuais aproximações de Marte e de Vênus. A propósito, Vênus respondia por grande seção do argumento, por conta do sentido atípico de sua rotação, que ocorre em sentido horário (rotação retrógrada).

Ademais, o psiquiatra também traça paralelos entre eventos descritos na bíblia e em fontes análogas de outras culturas, sempre utilizando Marte e Vênus que nem bodes expiatórios. Todas as suas teorias foram desacreditadas pela comunidade científica.

O Projeto Lúcifer

Sim, é provável e, provavelmente, até bastante saudável transpor conhecimentos e/ou hipóteses levantadas na ficção para a vida real, mas sempre é bom ter qualquer critério. Do contrário, ao entrar em contato com a série de livros/filmes 2001: Uma Odisseia no Espaço, você pode terminar acreditando que há mesmo um esforço conjunto e oculto para transformar o planeta Júpiter em um segundo sol.

Na verdade, já há quem acredite nisso. E o grupo se baseia na mesma hipótese levantada nos romances — embora, eventualmente, deixando de fora os alienígenas e também o famoso monólito. Para os teoristas, o intitulado Projeto Lúcifer abriga atualmente tentativas sucessivas (e incansáveis) da NASA para gerar o suposto segundo sol.

Como? Enviando sondas movidas a compostos radioativos, que nem o plutônio-238, a término de transformar Júpiter em uma estrela. Sabe aquela sonda que se espatifou no planeta há não muito tempo? Pois é. Seja que nem for, nenhum dos teoristas parece capaz de esclarecer que nem, exatamente, a geração de uma segunda estrela (caso fosse remotamente provável) não acabaria por comprometer as órbitas de todos os demais planetas.

Barack Obama já foi a Marte

O atual presidente dos EUA, Barack Obama, é naturalmente um escopo permanente dos teóricos da conspiração. Entretanto, enquanto algumas pessoas se limitam a questionar o histórico político de Obama, há quem vá um pouco mais longe. Quão longe? Longe do naipe de teletransportes interplanetários.

Há quem defenda que, enquanto estava na faculdade, o vindouro presidente se juntou à DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa, na em inglês) e à CIA (Agência Central de Inteligência) para se tornar um “crononauta”.

Dizem que o aplicado estudante entrava em um lugar chamado de “sala de salto”, de onde era teletransportado para diversos locais, a término de satisfazer missões de subida periculosidade. Em uma ocasião pessoal, o vindouro presidente teria sido enviado que nem mensageiro a Marte, a término de firmar uma associação com o planeta e prometer proteção contra outras ameaças intergalácticas.

E o melhor: a história é contada por sujeitos que afirmam que também foram crononautas na estação — embora agora tenham resolvido quebrar o silêncio. E você aí com teorias sobre as urnas eletrônicas, hein?

Cometa ou luxo estranho?

Graças aos esforços da Agência Espacial Europeia, a sonda Philae pode recentemente protagonizar um feito inesperado: um pouso sobre um cometa. Uma conquista para as viagens espaciais, é evidente. Mas também mais material altamente frutuário para os teóricos da conspiração.

Com base nos “ruídos estranhos” ouvidos pela escritório durante o processo de aterrissagem, os teóricos assumiram que, na verdade, o cometa é um imenso luxo estranho de função e finalidade desconhecidas. Isso justificaria os bilhões de dólares envolvidos na empreitada. E há quem diga que registros extremamente muito escondidos mostravam objetos voadores não identificados na superfície — tudo transmitido por uma torre de transmissão estranho.

O “Olho da Providência” em Saturno?

Em 2007 a NASA publicou imagens particularmente intrigantes registradas pela sonda espacial Cassini. Postado sobre o polo setentrião do planeta havia um hexágono de sublimidade geométrica impressionante — tomando um espaço equivalente a quatro vezes a superfície da Terra. Embora a escritório espacial não tenha explicado a origem da curiosa formação, alguns teóricos da conspiração tentaram a sorte.

O responsável pelo site Natural News, por exemplo, afirmou que o registro obtido pela Cassini revelava “claramente” uma “pirâmide” e “dois círculos concêntricos”. Embora não se arriscasse a entrar nos porquês, o sujeito sugeriu que a imagem fosse comparada com o chamado “Olho da Providência”, permanente na nota de um dólar. “Eu não sei o que é, mas está lá”, basicamente. É evidente que ele também sugeriu que a imagem pudesse ter sido forjada pela própria NASA, embora para essa teoria também tenham faltado os porquês.

Marte já foi colonizado

A maior seção das pessoas provavelmente não tem mais do que uma vaga esperança de que, um dia, um grupo de seres humanos pioneiros poderá se estabelecer em Marte. Enquanto isso, a ciência se contenta em estudar o planeta e conceber forma de enviar uma primeira missão tripulada.

Mas e se tudo isso não passar de uma longa e onerosa encenação? Pois é. Há um grupo de teóricos da conspiração que não unicamente afirmam que é provável colonizar Marte que nem também atestam que isso já foi feito há muito tempo. Em 2014, uma mulher que disse se invocar “Jackie” afirmou ter encontrado evidências de colônias em Marte enquanto fazia seção da equipe responsável pelo programa Viking.

“Jackie” afirma que tanto ela quanto seus colegas puderam vislumbrar criaturas humanoides caminhando na superfície marciana. O testemunho não durou muito, entretanto. Segundo a moça, mal os personagens despontaram na tela, a transmissão foi cortada. Enfim. Para além das teorizações astronômicas, “Jackie” também defende que a queda das Torres Gêmeas não passou de um jogo de hologramas.

Controles atmosféricos derrubaram a sonda russa

Há alguns anos, a Rússia tentava enviar uma sonda própria para Marte. A Intitulada Phobos-Grunt, entretanto, acabou enfrentando uma série de percalços e, posteriormente a decolagem, terminou por permanecer em uma trajectória estacionária ao volta da Terra em vez de se lançar para o Planeta Vermelho, que nem o previsto.

Quando estações na superfície tentaram entrar em contato, entretanto, a resposta veio na forma de dados criptografados confusos — os quais nem a escritório espacial russa foi capaz de compreender.

Bem, embora não falte quem atribua o ocorrido a certa praga marciana, há quem diga que tudo não passou de uma sabotagem do governo estadunidense, que se utilizou das instalações do projeto HAARP (Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) para derrubar a Phobos. Isso porque o HAARP tem por objetivo estudar e controlar os processos ionosféricos — de maneira que derrubar um veículo espacial deve ser simples que nem um passeio no parque, hein? Enfim.

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