7 armas militares insanas que foram desenvolvidas nos últimos anos

Ninguém gosta de saber que existem conflitos militares acontecendo pelo mundo, muito menos de saber que milhares de pessoas morrem em consequência deles. Mas, tirando a violência, a futilidade, o sofrimento, o ódio e todos os sentimentos ruins associados com as batalhas e as armas empregadas nelas, segundo apontou o pessoal do portal Business Insider, a verdade é que as forças armadas sempre foram uma das maiores precursoras do desenvolvimento tecnológico.

E analisando friamente — além de muitas das tecnologias terem transcendido o envolvente militar e oferecido origem a uma porção de coisas que fazem segmento do nosso cotidiano —, é inegável que as forças de combate e resguardo criaram armas que são simplesmente insanas. Confira a seguir 7 exemplos reunidos pelo Business Insider de armamentos importantes que foram criados nos últimos anos:

1 – MOP

A bombinha singela da imagem — conhecida pela “MOP”, de Massive Ordnance Penetrator — foi projetada pela Boeing para o Exército dos EUA e é a maior petardo convencional à disposição dos militares norte-americanos. Ela foi testada pela primeira vez em 2007, e os resultados foram tão satisfatórios que a Força Aérea dos EUA encomendou um arsenal dessa belezinha.

A MOP pesa mais de 13,6 1000 quilos e foi projetada para destruir abrigos subterrâneos. Ela é capaz de encruzar blocos de concreto armado com mais de 18 metros de espessura e detonar 5,5 metros no subsolo e é reservada que nem “projecto B” caso seja necessário brigar as instalações nucleares iranianas qualquer dia.



2 – Programa antissatélite chinês

Em 2007, com um único ataque realizado durante um incerto tirocínio, a China conseguiu a proeza de militarizar o espaço. O Exército de Libertação Popular disparou um míssil balístico C-19 em direção à estratosfera e destruiu um satélite meteorológico chinês desativado que se encontrava a mais de 800 quilômetros da superfície.

O problema com o teste é que, além de a explosão ter resultado em uma nuvem de destroços que poderiam danificar outros satélites em órbitas próximas, ele serviu para que outras nações passassem a ver esses objetos que nem possíveis alvos militares. E se qualquer dia ocorrerem ataques em graduação global, as consequências podem ser catastróficas.

Os ataques seriam capazes de fabricar campos de fragmentos que, por sua vez, afetariam satélites em determinadas órbitas, criando reações em cárcere que resultariam na devastação de sistemas de notícia e de posicionamento global vitais para a Terra, por exemplo. Além disso, com a quebra da — até agora respeitada — barreira espacial que nem limite dos conflitos, países poderiam enviar ao espaço armas capazes de atingir alvos na superfície. Tomara que isso nunca aconteça…

3 – Reaper Drone

Os drones, que nem você sabe, são aeronaves não tripuladas e, desde 2001, o Exército dos EUA vem acompanhando de perto o desenvolvimento desses veículos para uso militar. Um deles é o M19 Reaper, que já foi usado em missões de vigilância e em ataques surpresa contra militantes de diversos países, que nem o Iraque, a Somália e o Paquistão.

Esses dispositivos são extremamente sofisticados e capazes de transportar mais de 200 quilos de armamentos, assim que nem mísseis teleguiados para ataque terrestre ou leviano. Além disso, eles têm autonomia de até 36 horas e podem identificar alvos com precisão — esses drones conseguem “ler” placas de carros a mais de 3 quilômetros de intervalo! —, permitindo que os militares norte-americanos ataquem sem pôr seus soldados em risco.

4 – Míssil Tomahawk

Os Tomahawks — mísseis de cruzeiro de longo alcance subsônicos — estão por aí desde a dezena de 70. No entanto, no início do ano, a Marinha norte-americana realizou testes com uma versão modificada capaz de mudar de direção durante o voo e atingir alvos em movimento em alto-mar.

O novo Tomahawk tem um alcance de quase 1000 milhas náuticas — ou mais de 1,8 1000 quilômetros —, dando aos EUA uma enorme vantagem sobre outras nações com armamentos similares. Só para que você tenha uma teoria, a China, por exemplo, está trabalhando no desenvolvimento de um sistema de resguardo contra mísseis de cruzeiro, e seu alcance supremo equivale à metade da novidade versão dos Tomahawks.

5 – Cúpula de Ferro

Nós já falamos um pouquinho sobre a Cúpula de Ferro cá no , e você pode conferir a material através deste link. Também publicado que nem “Domo de Ferro”, esse é o nome do sistema de resguardo antiaérea em operação em Israel capaz de rastrear a trajetória de mísseis de limitado alcance e bombas de artilharia e lançar projéteis que interceptam e detonam esses dispositivos em pleno voo, evitando que eles atinjam seus alvos.

Desenvolvida por uma companhia israelense, a Cúpula de Ferro funciona que nem um escudo desde 2011 e foi projetada para combater um problema específico — e grave — de segurança, portanto não teria muita aplicabilidade fora de Israel. Por outro lado, o sistema é incrivelmente eficiente e, desde que entrou em funcionamento, evitou o impacto de 90% dos projéteis lançados a partir da Faixa de Gaza.

6 – Raios de calor

Você se lembra dos raios disparados pelas máquinas alienígenas do filme “Guerra dos Mundos”? Pois tanto o Exército dos EUA que nem o de Libertação Popular da China desenvolveram sistemas parecidos — mas que são incapazes de vaporizar os seres humanos! Conhecidos informalmente que nem “raios de calor”, a teoria por trás de sua geração é que eles sejam usados no controle de multidões.

Esses dispositivos, apesar de não serem letais ou incapacitantes, provocam dor extrema em seus alvos. O sistema desenvolvido pelos chineses consegue atingir indivíduos a 80 metros de intervalo e pode ser conectado a uma extra de pujança que aumenta seu alcance a quase 1 quilômetro. Já a versão norte-americana tem um alcance de pouco mais de 900 metros.

O funcionamento está fundamentado na emissão de feixes de ondas eletromagnéticas de grande potência e subida frequência com lonjura milimétrica. Esses raios são capazes de penetrar meio milímetro na pele, excitar as moléculas de chuva e gordura e provocar uma sensação insuportável de calor — sem promover danos a qualquer órgão ou queimaduras. No caso dos EUA, os primeiros dispositivos foram projetados entre 2002 e 2007, mas nunca foram utilizados por questões éticas.

7 – THAAD

Em uso desde 2008, o THAAD — Terminal High Altitude Area Defense — é um sistema de resguardo utilizado pelo Exército dos EUA para interceptar e derrubar mísseis balísticos com um índice de sucesso de 100%. O mais interessante é que os projéteis empregados pelo sistema não transportam explosivos, destruindo os alvos por meio do impacto direto.

Assim, o THAAD emprega a pujança cinética para atingir os mísseis inimigos, podendo alcançá-los tanto na atmosfera terrestre que nem além dela. E cada lançador — que pode ser transportado de um lado a outro na traseira de caminhões — tem capacidade para disparar até oito projéteis.

Bônus

Armas hipersônicas

Na verdade, ainda não existe um protótipo avançado em funcionamento de uma arma hipersônica, mas sim uma poderoso competição entre a China e os EUA para o desenvolvimento desse tipo de dispositivo, e os dois países realizaram testes com versões preliminares recentemente.

O motivo da corrida pelo progresso dessa tecnologia? Se elas qualquer dia se tornarem operacionais, as armas hipersônicas poderão atingir alvos com velocidade, efetividade e precisão sem precedentes, já que elas serão capazes de viajar a velocidades superiores a cinco vezes a velocidade do som, cobrindo milhares de quilômetros do sítio de lançamento até o objectivo.

Outra particularidade das armas hipersônicas é que elas viajarão em uma trajetória que os sistemas de resguardo antimísseis não conseguem interceptar. Isso porque, ao contrário dos projéteis convencionais, que se deslocam formando arcos, elas se deslocarão de forma mais reta. Sem falar que as armas hipersônicas também poderiam ser equipadas com ogivas nucleares — e isso seria muito preocupante!

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