Coleta Seletiva Solidária

Proposta pelo Governo Federal a partir do Decreto nº. 5.940 em 25 de outubro de 2006, a Coleta Seletiva Solidária determina a separação de materiais recicláveis descartados por instituições da governo pública federalista porquê por exemplo a Agência Nacional de Águas – ANA, e ulterior destinação desse material à associações e cooperativas de catadores. Esse projeto é segmento do Brasil sem Miséria, e suas ações contam com abordagens socioambientais voltadas para os catadores de materiais recicláveis, contribuindo assim não só com uma novidade gestão de resíduos recicláveis, mas também incluindo produtivamente pessoas em situação de extrema pobreza, gerando trabalho e renda.



A Coleta Seletiva Solidária apresenta diversos benefícios, porquê aumento da renda dos catadores e melhoria nas suas condições de trabalho, além de fortalecer não só as organizações de catadores, mas também a própria atividade de reciclagem. Dessa forma, a quantidade de material reciclável encaminhada para aterros sanitários é cada vez menor, contribuindo para a geração de novos postos de coleta e triagem, aumentando a graduação de produção desses materiais e ainda agregando valor ao resultado. Essa estratégia está ligada diretamente aos princípios e metas desenvolvidos pela Agenda Ambiental da Administração Pública Federal, a A3P.

Para implementar a Coleta Seletiva Solidaria, é necessário formar uma Comissão responsável por planejar e monitorar as atividades, além de dialogar com as organizações de catadores. Em seguida precisam ser definidos os locais e o volume de lixo reciclável gerado, e a forma, fluxo e frequência de coleta desse material. Essa abordagem operacional necessita de sensibilização e envolvimento de funcionários, servidores e prestadores de serviço para ser efetiva. Assim, através de orientações e instrução ambiental as pessoas se sentem protagonistas, participando ativamente da culpa e se comprometendo com pequenas ações em prol do meio envolvente. Por termo, são escolhidas associações e cooperativas que cumpram os seguintes pré-requisitos: serem constituídas por catadores cuja única manancial de renda é a reciclagem; não possuir fins lucrativos; possuir locais adequados para coleta e triagem do material.

Coleta seletiva e reciclagem

A reciclagem consiste no processo de transformação dos estados físico e químico de um material a termo de que levante se transforme novamente em matéria-prima ou em resultado final. Diversos materiais podem ser considerados resíduos recicláveis, porquê copos descartáveis, embalagens plásticas, garrafas pet, latas, garrafas, papel, papelão, folhetos e caixas. Já materiais porquê fotografias, clipes, grampos, papeis sujos e fitas adesivas não são considerados recicláveis. A separação desse material pode ser feita pelos próprios funcionários da empresa ou até mesmo pela equipe da limpeza, e posteriormente entregue a organização de catadores que fica responsável pela coleta e destinação. O material gerado nos órgãos públicos é portanto coletado por associações e cooperativas habilitadas e guiado até os centos de triagem, sendo reaproveitado.

A reciclagem de qualquer material só é verosímil através do descarte adequado, desde a saneamento das embalagens, evitando assim a proliferação de doenças e odores desagradáveis, até a separação correta e coleta seletiva. A coleta seletiva solidária, além de contribuir com uma pratica sustentável, é responsável pela inclusão social de uma parcela significativa da população. Assim, o descarte propício pode ser resumido em saneamento correta e separação do material reciclável do lixo perecível.

Referências Bibliográficas:

[1] Coleta Seletiva Solidária. Disponível em: http://www3.ana.gov.br/portal/ANA/textos-das-paginas-do-portal/coleta-seletiva-solidaria.

[2] Cartilha Coleta Seletiva Solidária. Disponível em: http://www3.ana.gov.br/portal/ANA/todos-os-documentos-do-portal/documentos-cosus/documentos-relacionados/cartilha_coleta-nov-2008.pdf.




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