Será que apenas 2 humanos seriam capazes de povoar a Terra sozinhos?

Imagine que o nosso mundo é palco de uma hecatombe e que somente um parelha de seres humanos sobrevive à catástrofe. Será que essas duas pessoas seriam capazes de, sozinhas, repovoar o planeta?

Você já deve ter ouvido dos problemas que acontecem quando pessoas consanguíneas decidem ter filhos, notório? Existem grandes chances de os bebês nascerem com uma variedade de síndromes e graves problemas de saúde.

Pois, de conciliação com David Nield, do site Science Alert, evidentemente, a primeira geração concebida pelo parelha sobrevivente seria de irmãos, a segunda, de primos, e assim por diante, o que significa que as chances de nascerem bebês sindrômicos desses casais todos seria bastante grande.

Problemas

Mas, de que tipo de problemas estamos falando? Existem diversos registros ao longo da História de pessoas que nasceram com uma série de malformações e problemas de saúde pelo vestuário de seus pais serem parentes próximos, uma vez que foi o caso do faraó Tutankamón e do Rei Carlos II da Espanha, ambos frutos de matrimônios que tinham uma vez que objetivo manter o poder em família.

 

De conciliação com David, mais recentemente, estudos científicos apontaram que crianças geradas por pais consanguíneos apresentam maiores índices de mortalidade e verosimilhança de nascerem com defeitos congênitos físicos e mentais.

Um exemplo mencionado por David é o da população da ilhéu Pingelap, no Pacífico, que foi atingida por um tufão devastador no século 18 que deixou somente 20 sobreviventes. A localidade foi repovoada e hoje é habitada por murado de 250 pessoas, boa segmento delas diagnosticada com uma quesito congênita rara chamada acromatopsia, em que os afetados conseguem somente enxergar nas cores branca, preta e cinza.



Variedade genética

Mas, e por que esses problemas acontecem? O vestuário é que a flutuação genética permite que as espécies superem problemas de saúde e se adaptam melhor ao envolvente em que vivem – e isso não acontece quando os filhos são descendentes de pais consanguíneos.

Como os pais são parentes próximos, isso significa que o seu DNA é muito parecido e, portanto, eles acabam transmitindo genes idênticos aos filhos, aumentando, assim, a verosimilhança de que os descendentes herdem raros problemas genéticos, normalmente provocados por genes recessivos passados pela mãe e pelo pai.

Considerando a situação hipotética do parelha sobrevivente, uma vez que as gerações seriam formadas primeiro, a partir desse parelha e, depois, de seus filhos, primos, e assim por diante, a variedade genética seria muito pequena – e os problemas se propagariam através de uma geração a outra, provavelmente dando origem a uma população repleta de síndromes e condições raras.

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