Feiras livres estão mantidas na maioria dos municípios paulistas | Gastar Bem

Guilherme Diniz, diretor da UNIFPEC, disse que por meio da pronunciação do setor com o governo hoje a maior segmento das feiras paulistas está mantida, salvo algumas exceções. “A Secretaria de Cultivação do Estado tratou as feiras livres {como} alguma coisa precípuo para manter o provisão da população e a maioria dos municípios acatou essa decisão”, afirmou.

Em Barueri, Suzano e Bragança Paulista, porém, até o momento, está suspensa a realização de feiras livres por norma das prefeituras — decisão que a UNIFPEC trabalha para volver. “Queremos conscientizar da relevância dos órgãos de provisão não serem parados, porque se a população fica sem iguaria isso vira um caos social”, argumentou Diniz.

As boas práticas recomendadas pela Secretaria de Cultivação englobam desde regras básicas de saneamento, saúde e saudabilidade dos mantimentos, que devem ser adotadas normalmente, até orientações específicas em razão da pandemia, {como} a proibição de degustação de frutas e legumes; demarcação no soalho da intervalo de pelo menos um metro entre o consumidor e o mercador; uso de álcool gel nas mãos antes e posteriormente o atendimento; além do uso de máscaras durante todo o período de funcionamento das feiras. Na silabário distribuída aos feirantes pela UNIFPEC da mesma forma foi incluída a instrução a barracas de pastel e caldo de cana de que somente vendam mantimentos para viagem.

Quanto às atividades voltadas à comercialização varejista em entrepostos de provisão cevar, à exemplo da Ceagesp em São Paulo, a Secretaria de Cultivação recomendou a suspensão temporária durante a crise. No caso das centrais, a recomendação é manter as atividades de atacado, essenciais ao provisão de outros elos da calabouço que fornecem mantimentos ao consumidor final.

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