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A droga favorita do coronavírus de Trump está ligada a um maior risco de morte e problemas cardíacos, mostra estudo

O presidente Donald Trump saudou a hidroxicloroquina {como} um potencial “divisor de águas” no combate ao coronavírus – mesmo anunciando esta semana que ele a toma preventivamente todos os dias. Porém uma nova e massiva estudo divulgada na sexta-feira alerta para riscos sérios.

O tratamento antimalárico hidroxicloroquina e uma droga semelhante, cloroquina, parecem estar associados a um maior risco de morte e ritmos cardíacos irregulares entre pacientes gravemente enfermos com coronavírus, disseram pesquisadores em uma estudo publicada na Lancet, uma respeitada revista médica na sexta-feira.

Com 96.000 pacientes em 671 hospitais em todo o mundo, a estudo foi a maior ainda a examinar as promessas e armadilhas de medicamentos {como} a hidroxicloroquina durante o tratamento do coronavírus.

Os pesquisadores disseram que investigaram profundamente os registros médicos de quase 15.000 pacientes com coronavírus que foram tratados com hidroxicloroquina ou cloroquina entre o final de dezembro e meados de abril, às vezes em combinação com um antibiótico, dentro de 48 horas posteriormente o diagnóstico.

Leia: Trump diz que está tomando hidroxicloroquina há {cerca} de uma semana e meia

Eles descobriram que os tratamentos envolvendo esses medicamentos isoladamente ou com antibióticos estavam mais propensos a estar associados a um maior risco de morte e arritmias cardíacas quando comparados aos 81.000 pacientes do grupo controle, que não receberam nenhum tratamento envolvendo um antimalárico.

Houve um aumento de 34% no risco de morte entre os pacientes que receberam hidroxicloroquina isoladamente, e um risco 45% maior nos que receberam esse medicamento em combinação com um antibiótico. Aqueles que tomaram cloroquina sozinhos ou em combinação com um antibiótico tiveram um aumento de 37% no risco de morte.

Depois disso, consideramos fatores de risco {como} doença subjacente, idade, peso ou histórico de tabagismo. Os pesquisadores confirmaram zero favor aos antimaláricos promovidos pelo governo Trump, pelo menos entre os pacientes do hospital, porém um grupo de riscos em potencial a serem considerados. E é unicamente a pesquisa mais recente para mostrar os possíveis danos à hidroxicloroquina.

O estudo excluiu pacientes em uso de ventiladores e aqueles que estavam ocorrendo tratados com a droga antiviral remdesivir. Da mesma forma representava unicamente pessoas que já estavam hospitalizadas; estudos em larga graduação sobre pessoas que tomam o medicamento {como} medida preventiva ainda estão em curso.

“Nosso estudo incluiu um grande número de pacientes em várias regiões geográficas e fornece as evidências mais robustas do mundo real até o momento sobre a utilidade desses regimes de tratamento”, escreveram os pesquisadores, liderados por Mandeep Mehra, professor de Harvard e médico de Brigham e Hospital da Mulher.

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