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Críticas

I STILL BELIEVE – Crítica

 

Cá está um filme único, dissemelhante de quase qualquer outro filme agora no seu multiplex (ou telas únicas ou drive-ins no sul). Isso ocorre principalmente porque é uma mistura de vários gêneros de filmes (se fosse uma repasto, seria um ensopado ou um pequeno buffet). É uma história de sazão, pois trata-se de um jovem deixando sua cidade natal do meio-oeste para a faculdade na ensolarada Cal. E ele conhece “a {garota}” e começa um romance, logo é uma história de paixão. {Como} o filme com mais de cinquenta anos de idade, as coisas não correm … sem problemas, por isso é um “puxão de lágrima”. Ah, eu mencionei que esse garoto da faculdade é um {cara} de verdade? Sim, é uma biografia e músico, já que ele é cantor. Na verdade, ele é um dos cantores cristãos contemporâneos mais populares das últimas duas décadas. Assim sendo, esse filme está na vanguarda do gênero de filmes religiosos, de um estúdio bastante significativo, o Lionsgate. Para unir tudo, ele compartilha seu título com talvez a música mais popular do objeto, AINDA ACREDITO.

O verdadeiro narrativa começa em 1999, quando Jeremy Camp (KJ Apa) se despede de sua família em Indiana, o pai Tom (Gary Sinise), a mãe Terry (Shanina Twain) e seus dois irmãos mais novos (Reuben Dodd e Nicholas Bechtel), e os conselhos um ônibus da Greyhound com rumo a Murrietta, CA, onde começará seu primeiro ano no Calvary Chapel Bible College. Depois de se instalar em seu dormitório, ele vê um libelo sobre o show no campus naquela noite. Posando {como} um ‘roadie’, Jeremy entra furtivamente nos bastidores, onde faz amizade com o vocalista do grupo Kry, Jean Luc (Nathan Parsons), afinando seu violão. Durante o show, Jeremy entra no palco para dar o instrumento a Jean Luc. Olhando para a platéia, uma jovem loira radiante {chama} sua atenção. Depois do show, ele a vê saindo com alguns amigos. Correndo pelo galeria, Jeremy se apresenta a Melissa Henning (Britt Robertson), uma estudante do segundo ano da faculdade. Logo os dois começam uma amizade, saindo por todo o campus. Jeremy quer estrear um relacionamento romântico com ela, porém acontece que Jean Luc tem as mesmas intenções. Para tornar as coisas mais complicadas, o cantor mais velho estabeleceu Jeremy “sob suas asas”, apresentando-o a executivos e agentes de gravação e fazendo-o gravar algumas das músicas que ele escreveu. À medida que o triângulo romântico é resolvido, Jeremy volta para moradia nas férias. Tarde da noite, ele recebe uma relação de Jean Luc, dizendo que Melissa está no hospital e quer vê-lo. É o primórdio de uma montanha-russa emocional para os dois jovens “pombinhos”. Apesar de todos os contratempos médicos, eles decidem erigir uma vida juntos, depositando todas as suas esperanças no porvir em seu paixão e fé compartilhados.

Em seu segundo emparelhamento {como} um par na tela (a primeira vez foi há três anos para A DOG’S FUSPOSE) Robertson e Apa têm uma química deleitável e descontraída. Infelizmente, o trabalho que realmente mostrou seus talentos são os papéis de tela pequena. Robertson foi memorável em programas de TV peculiares {como} “Swingtown” e “Casual”, porém o estrelato nos filmes se mostrou umbrático, seja em indies {como} CAKE, em uma jornada para Nicholas Sparks – {terra} com THE LONGESTEST RIDE ou em infame a fantasia de orçamento omissão {como} O ESPAÇO ENTRE EUA e TOMORROWLAND. {Como} Melissa, ela tem um sorriso esplêndido, porém a caracterização branda do roteiro é quase impossível de superar. É difícil confiar que esses dois “sonhadores criadores de músicas” estão disputando sua atenção. Ela lança um pouco do excesso de sacarina quando um pote de picles finalmente faz com que ela desabafe sua raiva. Porém logo depois ela voltou ao “pedestal” (e permanece até o desaparecimento final). Apa, “Archie Andrews”, na muito atrevida versão da CW dos quadrinhos clássicos, “Riverdale”, é todo um sorriso sincero, quando ele não está usando os dedos para dar ao cabelo o visual perfeito de “cabeça de leito” (oh, e é um preto rico, não o luz vermelho da TV). E, {como} sua co-estrela, existem poucas arestas (entrar no show somente faz dele um “patife”), o namorado “seguro” que é escrito sem rachaduras em sua subida ao estrelato. Até o seu rival Jean Luc, interpretado {como} um irmão mais velho substituto por Parson, não pode permanecer rebelde ou um pouco irritado com o {cara} sorridente. Sinise traz algumas gravitas necessárias ao seu papel paternal, particularmente quando ele expressa suas decepções em um momento “coração a coração” com Apa. E a rainha da música country Twain projeta muito calor materno, porém principalmente lembra o prole dela para consumir (“Você quer moca da manhã?”, “Eu posso te dar um moca da manhã?”).

Todo o narrativa verdadeiro e inspirador recebe um visual lustroso de “Hallmark card” por uma dupla de diretores, os Erwin Brothers, Andrew e Jon (que co-escreveram com Jon Gunn). Na verdade, todo o filme parece possuir saído daquele conduto a cabo capital com o mesmo nome (ou Lifetime ou Freeform, etc.). Existe uma “slickness” universal em todas as cenas em todos os cenários (a escola, a moradia da família Camp) que retira qualquer qualidade “vivida” das seqüências, sem sujeira a ponto de ser quase infecundo. É mormente verdade nas peças de concerto que empalidecem ao lado do trabalho do remake de STAR IS BORN do ano pretérito, que parecia heróico e íntimo. Parece que uma lista é seguida estritamente: foto aérea da povaréu, close-up de Camp, cortada para o público cativado (geralmente tocando a letra), foto média das costas (geralmente silhueta) e repetição. A fórmula de uma heroína corajosa e superior que enfrenta uma morte superior tem sido um dos pilares do drama, de DARK VICTORY a TERMOS DE ENDEARMENT, e os cineastas não se desviam ao colocar a mensagem religiosa em primeiro projeto. Supra de tudo, todos são realmente legais e ninguém ofende (esses são os jovens “bem-educados”). Grande segmento do público-alvo do filme irá apreciá-lo quando enxugar as lágrimas (é incansável martelar as emoções), porém eles merecem uma semblante mais ousada e realista (outra montagem de ‘apaixonar-se’) pelos leads que circulam pelo mundo. campus) do que EU AINDA ACREDITO.

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