Os 7 Pecados Capitais

Os conceitos incorporados no que se conhece hoje porquê os sete pecados capitais tratam de uma classificação de condições humanas conhecidas atualmente porquê vícios, que precedem o surgimento do cristianismo, mas que foram usadas mais tarde pelo catolicismo com o intuito de educar os seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano e assim se aproximar de Deus.



A lista final, apresentada no Século XIII, é a versão aprimorada de uma primeira versão, datada do Século IV. Todo esse esforço em descrever defeitos de conduta tinha um motivo: facilitar o cumprimento dos Dez Mandamentos. Assim, a Igreja Católica classificou e selecionou os pecados da seguinte forma: a tríplice incontinência que é a raiz dos pecados capitais; pecados capitais que são os pais dos outros vícios; pecados veniais que são perdoáveis sem a premência do sacramento da confissão e os pecados mortais que são merecedores de pena por ferirem os dez mandamentos de Deus. A partir de inícios do século XIV a popularidade dos sete pecados capitais entre artistas da era resultou numa popularização e mistura com a cultura humana no mundo inteiro.

VITRIOL é um acrônimo que significa: Visite Interiora Rectificatur Invenies Occultum Lapidem, Visite o interno da Terra, retificando você encontrará a pedra escondida. VITRIOL é representado por uma estrela de sete pontas, já que sete são as letras que a compõem e sete palavras que resumem essas letras, estão relacionadas ao número sete ou septenário, número sagrado para todas as religiões e cosmogonias. O septenário ou heptada que é a trindade adicionada ao quaternário, três mais quatro; o domínio do espírito sobre a material, o celestial adicionado ao terreno. A relação entre o divino e o humano, de quem resultado é a geração. O número sete é o quarto número primo e um número regular em todas as culturas, que os sete planetas da astromância tradicional, as sete cores do arco-íris, as sete notas musicais reagem, muito porquê sete são os princípios herméticos da verdade contidos em Kybalion, podemos também mencionar as sete virtudes, os sete metais, as sete igrejas, os sete selos e os sete anjos que aparecem no Apocalipse, os sete fornos alquímicos, os sete chakras, os sete portões de Tebas, as sete virtudes de Buda, os sete céus do islamismo, que representam todos os mesmos.

O número sete representa a simetria universal e é o símbolo da vida e da sublimidade. No Tarô ou Livro de Hermes, o Arcanum 7 ou a Carruagem, representa o varão que, em sua jornada místico, exerce seus poderes e domina suas paixões. A vitória sobre os vícios ou pecados capitais que são 7, ao contrário das virtudes que também são 7, os três teólogos mais os quatro cardeais. Para os cabalistas, o número sete está ligado à lei divina que governa o universo, Jeová criou o mundo em sete dias; O arco-íris, a federação entre Deus e os homens consiste em sete cores, sete velas têm o lampadário que se ilumina nas sagradas festas dos hebreus. Deus criou o mundo em 6 dias e o sétimo descansou.

1 – A Gula

Gula é o libido insaciável, além do necessário, em universal por comida, bebida. Segundo tal visão, esse vício também está relacionado ao egoísmo humano: querer ter sempre mais e mais, não se contentando com o que já tem, uma forma de cobiça. Ela seria controlada pelo uso da virtude da temperança.

2 – A Avareza

É o apego excessivo e descontrolado pelos bens materiais e pelo moeda, priorizando-os e deixando Deus em segundo projecto. É considerado o vício mais tolo por se firmar em possibilidades. Na concepção cristã, a sovinice é considerada um dos sete pecados capitais, pois o avaro prefere os bens materiais ao convívio com Deus. Neste sentido, o vício da sovinice conduz à idolatria, que significa tratar alguma coisa, que não é Deus, porquê se fosse deus.

3 – A Luxúria

A luxúria (do latim luxuriae) é o libido passional e interesseiro por todo o prazer sensual e material. Também pode ser entendido em seu sentido original: “deixar-se dominar pelas paixões”. Consiste no apego aos prazeres carnais, depravação de costumes; sexualidade extrema, lascívia e sensualidade.

4 – A Ira

A Ira é o intenso e descontrolado sentimento de raiva, ódio, rancor que pode ou não gerar sentimento de vingança. É um sentimento mental que conflita o agente originador da ira e o irado. A ira torna a pessoa furiosa e descontrolada com o libido de destruir aquilo que provocou sua ira, que é alguma coisa que provoca a pessoa. A ira não atenta somente contra os outros, mas pode voltar-se contra aquele que deixa o ódio plantar sementes em seu coração. Seguindo esta risco de raciocínio, o punição e a realização do originador pertencem a Deus.

5 – A Inveja

A inveja é considerada vício porque uma pessoa invejosa ignora suas próprias bênçãos e prioriza o status de outra pessoa no lugar do próprio prolongamento místico. É o libido exagerado por posses, status, habilidades e tudo que outra pessoa tem e consegue. O invejoso ignora tudo o que é e possui para cobiçar o que é do próximo. A inveja é freqüentemente confundida com o vício capital da Avareza, um libido por riqueza material, a qual pode ou não pertencer a outros. A inveja na forma de emulação é proibida nos Dez Mandamentos da Bíblia.

6 – A Preguiça

A Igreja Católica apresenta a preguiça porquê um dos sete pecados capitais, caracterizado pela pessoa que vive em estado de falta de resistência, de esmero, de esforço, em negligência, desleixo, morosidade, lentidão e moleza, de razão orgânica ou psíquica, que a leva à inatividade acentuada. Aversão ao trabalho, frequentemente associada ao repouso, vadiagem.

7 – A Soberba ou Vaidade

Conhecida porquê soberba, é associada à orgulho excessivo, arrogância e vaidade. Em paralelo, segundo o filósofo Santo Tomás de Aquino, a soberba era um vício tão grandioso que era fora de série, devendo ser tratado em separado do resto e merecendo uma atenção peculiar. Aquino tratava em separado a questão da vaidade, porquê sendo também um vício, mas a Igreja Católica decidiu unir a vaidade à soberba, acreditando que neles havia um mesmo componente de vanglória, devendo ser portanto estudados e tratados conjuntamente.




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