Hacker que sequestrou cartões SIM é condenado a 10 anos prisão

O “sequestro” de cartões SIM ainda não é alguma coisa muito generalidade no Brasil, mas lá fora os primeiros criminosos já estão sendo condenados. Nos Estados Unidos, um estudante universitário da Califórnia fez um convenção judicial que o levará a 10 anos de prisão por roubar mais de US$ 5 milhões em criptomoedas depois de realizar o golpe divulgado uma vez que SIM Swap.

Como funciona: o cibercriminoso primeiro obtém os dados pessoais da vítima e, em muitos casos, com ajuda de alguém que tenha aproximação ao sistema das operadoras, transfere a risca telefônica para um chip SIM dissemelhante do que está no telefone celular. Assim, ele pode ter aproximação aos serviços que contam com verificação de segurança em duas etapas — incluindo servidores de e-mail e aplicativos bancários.

Joel Ortiz, de 20 anos, usou essa técnica para sequestrar os números de telefone de murado de 40 vítimas. Com os dados, ele invadiu e-mails, contas de redes sociais e carteiras online de bitcoin. Além dele, foram presos no ano pretérito pelo mesmo delito Xzavyer Narvaez, Nicholas Truglia e Joseph Harris, todos acusados de roubar milhões de dólares em criptomoedas no mesmo esquema.

Em um convenção judicial fechado na semana passada com a procuradoria do Condado de Santa Clara, na Califórnia, Ortiz ficará 10 anos recluso. “Acreditamos que a justiça foi cumprida. E espero que essa seja uma mensagem potente para essa comunidade”, afirmou ao Motherboard o agente policial Samy Tarazi, que investigou o caso Ortiz. “Cada prisão que fizemos enviou ondas de choque através dessa comunidade”, disse a promotora do província, Erin West. “Eles não estavam seguros em seu porões, eles não estavam seguros em seus quartos nas casas de suas mães, eles estavam sendo rastreados e presos — um por um”.



Ortiz começou a ser investigado depois da denúncia de um investidor envolvido em projetos blockchain que teve seu número roubado duas vezes. Além de redefinir as senhas de suas contas de e-mail e carteiras de criptomoeda, o criminoso ainda assediou a filha da vítima, de convenção com os investigadores do caso. A polícia encontrou Ortiz depois de conseguir, junto à operadora de telefonia, o número do IMEI do aparelho que estava sendo usado.

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