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Hacker

Líderes globais pedem aos governos da ONU que frustrem hackers de serviços de saúde

Dezenas de líderes globais – desde ex-chefes de Estado a executivos do setor privado e ganhadores do Nobel – assinaram uma carta pedindo aos governos internacionais e às Nações Unidas que ajudem a impedir os ciberataques que afetaram os cuidados de saúde e instalações de pesquisa durante a crise do coronavírus.

“Apelamos aos governos do mundo para que tomem medidas imediatas e decisivas para impedir todos os ataques cibernéticos em hospitais, unidades de saúde e centros de pesquisa médica, bem como em equipes médicas e organizações internacionais de saúde pública”, afirmou uma carta organizada sob o CyberPeace Institute, organização sem fins lucrativos que ajuda as vítimas de hackers.

Entre os signatários estavam ex-diplomatas dos EUA, incluindo Madeleine Albright, líderes do setor privado, incluindo o presidente da Microsoft, Brad Smith, ex-chefes de estado, incluindo o ex-presidente colombiano Juan Manuel Santos, ganhadores do Prêmio Nobel, incluindo Desmond Tutu, e ex-funcionários da ONU, incluindo Ban Ki-moon.

“Nas últimas semanas, testemunhamos ataques direcionados a instalações e organizações médicas nas linhas de frente da resposta à pandemia de Covid-19”, escreveu o grupo na carta. “Essas ações colocaram em risco a vida humana, prejudicando a capacidade dessas instituições críticas de funcionar, diminuindo a distribuição de suprimentos e informações essenciais e interrompendo a prestação de cuidados aos pacientes”.

Os hospitais atraem há muito tempo as atenções indesejadas dos hackers devido às montanhas de dados pessoais, software desatualizado, equipamentos conectados à Internet e milhares de funcionários. Mas agora, ao concentrar recursos na luta contra a pandemia, os hospitais, além de pesquisadores médicos e empresas de assistência médica, tornaram-se cada vez mais alvos, à medida que grupos criminosos buscam explorar a crise.

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