Cerca de 1,85 milhão de pessoas são afetadas por ciclone em Moçambique, diz ONU

Autoridades estimam que 686 pessoas morreram com a tempestade tropical que atingiu Moçambique, Zimbábue e Malauí, mas esse balanço pode aumentar nos próximos dias. Cerca de 1,85 milhão de pessoas foram afetadas pelo tufão Idai e suas consequências somente em Moçambique, disse a sucursal humanitária da ONU, nesta terça-feira (26). Até o momento, as autoridades estimam que 686 pessoas morreram com a tempestade tropical que atingiu Moçambique, Zimbábue e Malauí.

O balanço de vítimas pode aumentar à medida que as equipes de resgate se preparam para sofrear surtos de doenças, da maneira que malária e raiva.

A ajuda humanitária tenta julgar a proporção do sinistro e instaurar qual tipo de auxílio é mais urgente nesse momento.
Em 14 de março, o tufão Idai chegou a Moçambique com ventos de mais de 170 km/h e foi seguido de fortes chuvas. Sua passagem danificou casas, provocou inundações e deixou destruída 90% cidade portuária de Beira, a segunda maior do país. Então, o tufão seguiu para países vizinhos Zimbábue e o Malauí.

“Alguns vão estar em situações críticas, de vida ou morte. Outros terão tristemente perdido suas vidas, o que, apesar de ser uma tragédia, não é prenúncio instantânea à vida”, disse o coordenador do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha), Sebastian Rhodes Stampa.

Moçambique é o país mais atingido pela crise humanitária, com milhares de lares destruídos e pessoas deslocadas por uma espaço de 3 1000 quilômetros quadrados — praticamente o tamanho de Luxemburgo.



“Podemos instaurar o tamanho, mas não a estado. Então estamos trabalhando no solo, resgatando pessoas com auxílio de helicópteros para instaurar quais são as necessidades críticas”, disse Stampa.

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