Chelsea Manning é enviada à prisão por se negar a depor sobre WikiLeaks

Ex-analista de perceptibilidade para o tropa americano permanecerá na prisão até que testemunhe ou até que o grande júri responsável pelo caso tenha concluído suas investigações.

A ex-soldado Chelsea Manning, a primeira grande manancial do WikiLeaks, foi mandada para a prisão nesta sexta-feira (8) depois que se recusou a prestar prova diante de um juiz federalista dos Estados Unidos sobre a divulgação de segredos militares em 2010.

Manning, que trabalhou porquê comentador de perceptibilidade para o tropa americano, permanecerá na prisão até que testemunhe ou até que o grande júri responsável pelo caso tenha concluído suas investigações sobre o WikiLeaks, opinou o juiz federalista Claude Hilton, de Alexandria (Virgínia).



A audiência ocorreu a portas fechadas, exceto pelo momento em que o magistrado tornou pública sua decisão, na qual ordenou que a ex-soldado fosse presa por “desacato”, informaram veículos de prensa locais.

Assim, Manning permanecerá na prisão até que “mostre compunção ou até que o tribunal deixe de viver”, sentenciou o magistrado.

A ex-soldado compareceria nesta sexta diante da Justiça para explicar porque se negou a responder às perguntas sobre a publicação de segredos militares há nove anos.

Em enviado enviado nesta semana, Manning indicou que também compareceu na quarta-feira diante de um “grande júri secreto” em seguida receber “isenção” por seu testemunho e que não quis responder às perguntas sobre a divulgação de informações em 2010, sobre a qual, segundo ela mesma lembrou, já ofereceu detalhes diante de uma incisão marcial em 2013.

Manning foi intimada a depor diante de um grande júri dentro da investigação contra o fundador do WikiLeaks, o ativista australiano Julian Assange.

No dia 23 de janeiro, a resguardo de Assange informou que tinha apresentado uma “solicitação urgente” diante da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), cuja sede fica em Washington, para que ordenasse aos EUA que revelasse as acusações apresentadas em sigilo contra seu cliente.




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