Coronavírus no Peru: uma mulher empurrou um policial que a prendeu por dirigir sem permissão e a sentenciou à prisão no WhatsApp

Um cidadão peruviano foi sentenciado a um ano e oito meses de prisão suspensa por espancar um policial que a deteve por guiar sem permissão durante a imobilização ordenada nacionalmente para sofrear a propagação do coronavírus COVID-19 no Peru, que registra 416 casos e oito falecidos.

A juíza Valery Romero proferiu a sentença nesta terça-feira contra Gabriela Verástegui pelo meio de de uma audiência transmitida pelo WhatsApp, devido ao estado de emergência dito pelo governo, pelo transgressão de violência contra a poder em detrimento da técnica superior da polícia, Leydi Silva.

{Como} o assaltante não apresenta um histórico e concordou com a sentença prevista, o magistrado decidiu suspender a realização da prisão, porém da mesma forma impôs o pagamento de 2.000 soles (US $ 571) em obséquio social em prol do Estado.

A polícia controla o movimento de pessoas nas ruas durante o estado de emergência decretado pelo presidente do Peru, Martín Vizcarra, em Lima (Peru).
EFE / Paolo Aguilar

Verástegui foi impedido no último sábado pela polícia enquanto dirigia um sege privado e se recusou a terebrar mão da permissão de trânsito, que o governo emitiu para casos excepcionais enquanto insistir a proibição de quarentena e movimentação de veículos.

A mulher se recusou a guiar até a delegacia do província de Los Olivos, no cone setentrião de Lima, e dirigiu para sua moradia, com o agente em seu sege.

Ao chegar em sua moradia, Verástegui empurrou a polícia, que tentou bloquear seu caminho, e gritou com ele, com insultos, que seu pai "é um superior que conhece todos na delegacia e com muitos contatos".

Desde que o Peru declarou imobilização compulsória vernáculo há nove dias, as autoridades detiveram mais de 16.000 pessoas em todo o país por não cumprirem a quarentena, o toque de recolher noturno ou a proibição de guiar em veículos particulares.

Além do que, um juiz da região de Puno ordenou na terça-feira a detenção preventiva por nove meses contra o motorista Dennys Tapia, que atropelou e matou o soldado Ronald Mamani, ao tentar contornar o controle de um pedágio na cidade andina do sul, em pleno contato. toque de recolher.

EFE

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