FMI vai emprestar US$ 229 milhões ao Haiti, diz governo do país

Anúncio ocorre em meio ao agravamento da crise econômica no país. O Fundo Monetário Internacional (FMI) emprestará US$ 229 milhões ao Haiti no meio da profunda crise econômica e política que afeta o país, segundo anunciou nesta sexta-feira o Ministério de Economia e Finanças haitiano.

A informação foi divulgada ao término de uma visitante que uma missão do FMI fez esta semana ao Haiti, que se reuniu, entre outros, com o presidente Jovenel Moise.

O moeda será talhado a programas sociais e à luta contra a devassidão, mas ativistas locais questionaram pelas redes sociais por que o conciliação não está escoltado, segundo sua opinião, de um projecto do governo para seu bom uso.

O proclamação acontece em meio ao agravamento da crise elétrica devido à escassez de combustíveis.

Segundo a companhia de eletricidade pátrio EDH, outro dos problemas é a falta de chuva em algumas das hidrelétricas, ao que se soma a falta de pagamento por segmento dos usuários.

O Haiti atravessa uma profunda crise econômica e política, agravada em seguida os maciços e violentos protestos que iniciaram no último dia 7 de fevereiro, mesmo dia em que o presidente Moíse completou dois anos no incumbência.

Nesses protestos, convocados pelo Setor Democrático e Popular, uma das facções mais radicais de oposição, morreram 26 pessoas, de conciliação com a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), embora a polícia não tenha oferecido dados sobre o número de vítimas.

As manifestações, que aumentaram a instabilidade no Haiti, o país mais pobre da América, e provocaram um clima de incerteza, ocorreram no meio de uma severa crise econômica, que se agravou nascente ano por uma possante desvalorização do gourde, a moeda solene, e uma inflação galopante.



Nos seus protestos, os manifestantes exigem justiça em relação às supostas irregularidades no programa Petrocaribe, através do qual a Venezuela fornece petróleo a nascente país a preços suavas.

Uma auditoria apresentada no início de fevereiro pelo Tribunal de Contas revelou irregularidades entre 2008 e 2016 neste programa e assinalou 15 ex-ministros e atuais funcionários que estão envolvidos neste caso, assim porquê uma empresa que Moise dirigia antes de chegar à presidência.

© 2019 Dudu Alló | Fórum | WikiAlló | Social | Privacidade| contato | Sobre |

Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Luís Eduardo Alló