O impasse trágico do Brexit

Depois da novidade guião do consonância de May, não há nenhuma saída boa para o Reino Unido Theresa May fala ao Parlamento na sessão em que o consonância do Brexit sofreu novidade guião.

A 17 dias da data fatídica para o Brexit, a novidade e acachapante guião do consonância de divórcio proposto ontem ao Parlamento pela premiê Theresa May – por 391 votos a 242 – deixa o país à deriva. Britânicos não sabem nem se, nem quando sairão da União Europeia (UE), nem mesmo até que ponto May resistirá no poder



Depois da guião, ela deixou a função do Parlamento a decisão sobre um veto legítimo a qualquer saída da UE sem consonância, cenário chamado de “no deal”. Dado o caos previsto em tal situação – sobretudo se ocorrer, porquê previsto, no próximo dia 29 –, é altamente provável que os parlamentares decidam hoje impedi-la legalmente.

O único grupo que resiste ao veto e ainda acredita ser provável usar a prenúncio do “no deal” porquê forma de pressão para extrair concessões da UE até o termo do mês são os eurocéticos do Partido Conservador, reunidos no European Research Group (ERG). Votaram em tamanho ontem contra o consonância, assim porquê os dez parlamentares norte-irlandeses do Partido Democrático da União (DUP), sustentáculo do governo May.

As dúvidas, todavia, somente começam logo que estiver remoto o espectro caótico do Brexit sem consonância. Nas palavras da própria May, pronunciadas ontem ao Parlamento em sua voz rouca e trémulo, de quem enfrenta uma gripe poderoso:

– O Parlamento quer revogar o item 50 (pedido de saída da UE)? Quer convocar um segundo plebiscito? Ou quer trespassar com um consonância, mas não leste consonância? São escolhas zero invejáveis, mas, graças à decidão tomada esta noite, deverão ser enfrentadas.

A primeira – e óbvia – decisão a ser tomada, logo que estiver remoto o espectro do “no deal”, será pedir à UE uma extensão para o prazo fatídico. A proposta deverá ir à votação amanhã. A partir daí, as questões continuam a se apinhar. Eis as principais:

Qual será o prazo pedido para a extensão? O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, insinuou que não deveria ultrapassar o dia 23 de maio, data das eleições para o Parlamento Europeu, ou logo sérios problemas jurídicos decorreriam da permanência britânica no conjunto, sem o envio de representantes a Estrasburgo.

Qual será o argumento usado para o pedido de extensão? Ele precisa ser objetivo e suasivo para obter a unanimidade na reunião entre os 27 líderes da UE, prevista para o próximo dia 21. Dizer somente que “trespassar sem consonância traria o caos, logo queremos pensar e negociar mais um pouco” não satisfaz à requisito.

Juncker foi veemente ao obstinar que não haveria nenhuma novidade licença, nem enunciação de tradução ou explicação sobre o ponto mais discutível, a “rede de segurança” (“backstop”) criada para manter oportunidade a fronteira entre as Irlandas, interpretada pelos eurocéticos porquê manha para manter o Reino Unido indefinidamente numa união aduaneira com a UE.

A questão proposta por May é, portanto, da maior pertinência. Se o argumento usado fosse um novo plebiscito ou a mera (e real) premência de preparação prática para o desastroso e caótico “no deal”, está evidente que os europeus acatariam.

Se for somente a titubeação de um Parlamento fraturado, incapaz de tomar um decisão sobre o evento mais importante para o Reino Unido nas últimas décadas, com repercussões globais profundas, óbvio que não.

O líder do Partido Trabalhista, Jeremy Corbyn, aceitou a contragosto que levaria a proposta de um novo plebiscito a votação, porquê deseja a maioria de seu partido. Não se sabe se ela contaria com escora da maioria do Parlamento. Sabe-se, todavia, que o real objetivo de Corbyn é derrubar May, pois ele acredita que venceria novas eleições.
Em seu próprio partido, May está blindada, pois venceu uma moção de suspicácia no final do ano pretérito, e os estatutos determinam um prazo de 12 meses, em que ela não pode ser desafiada. Mas isso não garante a segurança de seu governo (que também sobreviveu a um voto de suspicácia no Parlamento logo em seguida, proposto pelo próprio Corbyn).

Embora o horizonte subitâneo mais provável seja o veto ao cenário “no deal”, seguido de um pedido de protraimento à UE, isso zero diz sobre o mais importante: o que finalmente acontecerá com o Reino Unido esgotado o novo prazo? Não está descartada nem a possibilidade de que o consonância de May vá novamente a votação, num momento de desespero, caso a UE recuse conceder o protraimento no dia 21.

A maior questão sobre o Brexit ainda é o impacto que o provável fracasso trará àqueles que sempre o defenderam porquê medida de resistência ao “globalismo” da UE: os movimentos nacional-populistas que, de Donald Trump a Jair Bolsonaro, se espalham pelo mundo.
O que quer que aconteça, o resultado promete ser desastroso para o Reino Unido. Seja o caótico “no deal” (com ou sem protraimento), seja um novo plebiscito, que fraturaria novamente o país e poderia lançar por terreno o evento que o mobiliza há três anos. Ficaria evidente que se perdeu tanto tempo e robustez por zero. Não há, a esta profundeza, saída boa.




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