Protesto dos coletes amarelos tem adesão de 31 mil pessoas no 22º sábado na França

Aumento é de aproximadamente de 9 1000 pessoas em relação ao final de semana anterior, de entendimento com dados do Ministério do Interior. Houve confronto em Toulouse.

Cerca de 31 1000 pessoas participaram do 22° ato dos coletes amarelos nesse sábado (13) na França, segundo dados do ministério do Interior. O balanço solene representa uma subida com relação ao término de semana pretérito, quando pouco mais de 22 1000 manifestantes foram às ruas, registrando o menor índice de adesão desde que o movimento começou, em meados de novembro.

Os organizadores contestam os números oficiais e reivindicam mais de 80 1000 manifestantes. As manifestações desse sábado, realizadas em diferentes cidades do país, foram as primeiras desde a ingressão em vigor de uma novidade lei que impõe restrições aos protestos na França.

A partir de agora, quem for surpreendido usando máscaras para ocultar o rosto nos cortejos pode pegar até um ano de prisão e ser obrigado a remunerar uma multa equivalente a 65 1000 reais. A medida visa sofrear a ação de baderneiros que se infiltram nos protestos para praticar atos de vandalismo. Mas isso não impediu os “coletes amarelos” de saírem às ruas, muitos deles com cartazes contestando a novidade legislação.

Os protestos deste sábado, que não tinham autorização solene para serem realizados, transcorreram sem grandes incidentes em Paris. Mas a polícia prendeu 27 pessoas e revistou mais de 9 1000 na capital.

Já em Toulouse, bastião dos “coletes amarelos” e que concentrou o maior cortejo desse 22° ato, momentos de tensão foram registrados já no meio do dia, com black blocs infiltrados na sintoma. A passeata foi marcada por confrontos entre participantes e a polícia, que respondeu com bombas de gás lacrimogêneo.



As manifestações desse sábado acontecem às vésperas do proclamação de medidas econômicas que deve ser feito pelo presidente gaulês Emmanuel Macron durante a semana.

O patrão de Estado prometeu apresentar uma resposta concreta às reivindicações dos “coletes amarelos”, movimento que começou posteriormente um projeto de aumento do preço dos combustíveis, mas que logo se transformou em uma revolta popular contra a queda do poder aquisitivo.

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