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Tecnologia

A retração do estudo com hidroxicloroquina mostra os problemas da ciência rápida

Um grande estudo recente sobre os controversos medicamentos cloroquina e hidroxicloroquina foi retirado recentemente pelo The Lancet, a revista científica que o publicou. O estudo constatou que os medicamentos não foram capazes de tratar efetivamente o COVID-19, porém os autores afirmam que não foram capazes de examinar independentemente os dados usados ​​para chegar a essa epílogo. O estudo não é mais considerado confiável.

Logo depois que a pesquisa foi publicada no The Lancet, os cientistas começaram a mostrar problemas com o conjunto de dados usado no estudo – alegava possuir dados que seriam quase impossíveis de tributar durante esse período, por exemplo. Os dados vieram de uma empresa chamada Surgisphere, do qual fundador e CEO foi sócio do estudo. No aviso de retratação, os outros autores disseram que não foram capazes de acessar os dados brutos do Surgisphere para confirmar independentemente sua precisão. “Não podemos mais prometer a verdade das fontes de dados primárias”, escreveram eles.

O estudo Lancet HCQ alega incluir 63.315 pacientes COVID-19 hospitalizados da América do Setentrião até 14 de abril.

Em 14 de abril, o totalidade de hospitalizações por COVID-19 nos EUA, Canadá e México era de unicamente ~ 67.000.

Não há {como} o Surgisphere tributar dados sobre quase todos os pacientes cobertos da América do Setentrião. pic.twitter.com/92naAnj0pU

– James Todaro, MD (@JamesTodaroMD) 28 de maio de 2020

Uma retração é uma das correções mais sérias que podem ser feitas na ciência – mostra que os resultados de um estudo não são mais considerados confiáveis. Porém a retração pode não mudar muito sobre {como} médicos e cientistas pensam sobre a hidroxicloroquina. Mesmo sem esse cláusula, a maioria das pesquisas sobre o medicamento mostrou que não ajuda muito as pessoas com COVID-19. Exclusivamente nesta semana, um novo estudo de uma equipe da Universidade de Minnesota descobriu que tomar o medicamento não impede que as pessoas que foram expostas a alguém doente com COVID-19 possam pegar a doença mais do que um placebo.

Em vez disso, mostra os problemas com o ritmo vertiginoso da pesquisa em torno do COVID-19. As revistas científicas estão aceitando submissões de cientistas, revisando-as e publicando-as mais rapidamente do que nunca. Eles estão diminuindo a traço do tempo para dias ou semanas, em vez dos meses normais. A divulgação de informações é extremamente significativo, porém alguns especialistas temem que os cientistas estejam sacrificando a precisão pela velocidade.

Parece que alguns cientistas {como} os dados do Surgisphere foram inventados, não unicamente incorretos, por isso é particularmente preocupante que eles tenham escapado. Teve consequências no mundo real: depois que foi publicada, a Organização Mundial da Saúde interrompeu seu estudo sobre a hidroxicloroquina (desde que foi reiniciado). A empresa da mesma forma estava por trás de outro estudo COVID-19 retraído, publicado no New England Journal of Medicine.

Há boas notícias cá: o Lancet revisou rapidamente e depois retirou o estudo. As retrações acontecem o tempo todo – com tanta frequência que existe um site devotado a rastreá-las. A ciência é um processo confuso e, às vezes, as informações publicadas nos jornais de maior prestígio acabam erradas. Retrações rápidas, {como} esta, ajudam a manter o processo na direção certa.

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