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Tecnologia

Cocô de pinguim cria uma carga de gás hilariante, descobrem pesquisadores

Ampliar / Royaume Uni, Ilhas da Geórgia do Sul, Plaine de Salysbury, Manchot royal (Aptenodytes patagonicus) Reino Uno, Ilhas Geórgia do Sul, planícies de Salysbury, King Penguin (Aptenodytes patagonicus). (Foto de Sylvain CORDIER / Gamma-Rapho via Getty Images)

Todos nós podemos rir agora – e um cheiro de cocô de pinguim é certamente uma maneira de conseguir isso.

Um monte de guano de pinguins-rei no sub-Antártico dá origem a nuvens cômicas de óxido nitroso – da mesma forma publicado {como} gás hilariante – de pacto com um estudo recente publicado na revista Science of the Totalidade Environment.

E – {como} se os pássaros balançando para sempre formalmente vestidos já não fossem divertidos o suficiente – a força de suas fezes ridículas é suficiente para derrubar alguém com uma pena de rabo, ​​dizem os pesquisadores.

“Depois de bisbilhotar o guano por várias horas, alguém fica completamente cuco”, observou o principal responsável, Bo Elberling, em expedido. “É realmente intenso.”

Em seu estudo, Elberling – professor do Departamento de Geociências e Gerenciamento de Recursos Naturais da Universidade de Copenhague – e colegas examinaram {como} a operosidade de pingüins na ilhota subantártica da Geórgia do Sul influencia as emissões de gases de efeito estufa, que incluem óxido nitroso. A ilhota abriga a maior população de pingüins-rei do mundo, com uma estimativa recente de 150.000 pares de reprodutores.

Os pesquisadores descobriram que áreas com subida operosidade de pingüins tiveram um aumento de 120 vezes no óxido nitroso em pontos mais sóbrios da ilhota. Essa quantidade de emissões divertidas é {cerca} de centena vezes maior do que a de um campo agrícola dinamarquês recém-fertilizado, observou Elberling.

Porém os cocô dos wobblers vestidos de smoking não dão origem a gás barulhento por conta própria. Seu guano, esguichado no solo subantártico, é onusto com compostos contendo nitrogênio das refeições dos pingüins de krill e peixe. Posteriormente o respingo, as bactérias do solo convertem esse teor de nitrogênio em óxido nitroso, transformando o guano que transborda bunda em nuvens que destroem o tripa.

Para aumentar a alegria, Elberling observa que as risadas do guano não são particularmente problemáticas para o planeta em universal. “As emissões de óxido nitroso neste caso não são suficientes para impactar o orçamento universal de {energia} da {Terra}”, disse ele. Porém “nossas descobertas contribuem para novos conhecimentos sobre {como} as colônias de pinguins afetam o {ambiente} ao seu volta, o que é interessante porque as colônias geralmente estão se tornando cada vez mais difundidas”.

Até agora, os pinguins afetados incluem qualquer conforto cômico muito necessário – um tanto que certamente poderíamos usar mais.

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