Golpistas estão usando o sistema de strikes do YouTube para ganhar dinheiro

O YouTube sofre com um mal publicado por praticamente todos os produtores de teor que é a facilidade com que o sistema que analisa os vídeos em procura de material de outras pessoas para monetizá-los pode ser abusado por pessoas mal intencionadas. O mais novo exemplo disso é um grupo de golpistas que estão usando o site para extorquir quantia de canais pequenos.

O youtuber ObbyRaidz é um instituidor de teor no YouTube que produz vídeos de gameplay e edições baseadas em Minecraft. Ele recebeu, do mais integral zero, avisos de pedido de monetização de dois vídeos por uma empresa chamada ViperHCF. Pelo sistema bastante problemático do YouTube, caso ele receba mais uma violação, a conta do youtuber seria desativada. Isso poderia ser contornado pelas regras do site, que em seguida alguns meses elimina esses strikes por “bom comportamento”, mas os golpistas estão usando isso porquê uma forma de extorquir o youtuber.



De combinação com ObyyRaidz, os golpistas entraram em contato com ele oferecendo retirar os pedidos de strike, desde que ele pague US$ 150 (aproximadamente R$ 550) via PayPal ou US$ 75 (aproximadamente R$ 275) em Bitcoin. A mensagem, enviada por uma conta no Twitter chamada VengefulFlame, que ainda está ativa na rede social, informou que se o quantia não for pago, aplicará o terceiro strike e eliminará a sua conta do YouTube.

 

 

O youtuber também tentou recorrer contra os strikes, sendo rejeitado involuntariamente pela empresa. ObbyRaidz tem um ducto com quase 9 milénio seguidores, tornando mais fácil a ação dos golpistas, que encontrariam problemas ao tentar fazer o mesmo com canais maiores. Alguns produtores de teor com maior visibilidade tentaram ajudar ObbyRaidz, passando o caso para seus contatos dentro do YouTube, que respondeu ao caso garantindo a segurança do ducto e alegando os takedowns foram abusivos e que estavam removendo as ações da ViperHCF contra outros canais.

 

 

Apesar de tudo ter terminado muito, esse é mais um caso que mostra a fragilidade do sistema automatizado do YouTube, que muitas vezes permite que os criadores de teor se vejam vítimas de pessoas mal intencionadas com facilidade.




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