Trump fecha acordo e sinaliza fim da “guerra fiscal” com a China

Na última quarta-feira (15) os Estados Unidos e a China firmaram um conformidade que pode ser o primeiro passo para o término da chamada “guerra mercantil” entre as potências. O pacto, que foi anunciado em dezembro do ano pretérito, prevê mudanças nas áreas de propriedade intelectual, transferência tecnológica, cultivação, serviços financeiros, câmbio e moeda estrangeira.

De conformidade com documento divulgado pela Representação de Transação dos Estados Unidos (USTR), o conformidade exige que a China se comprometa a seguir uma série de medidas. E uma das mais importantes é não exigir que as empresas americanas forneçam o uso de suas tecnologias proprietárias para o país – um pouco que há muito tempo é usado {como} “moeda de troca” pelo governo chinês para permitir que qualquer empresa dos EUA possa vender seus produtos no país asiático.

O conformidade ainda prevê que os chineses se comprometam a importar um suplementar de US$ 200 bilhões em bens e serviços nos próximos dois anos (valor que foi fundamentado no fluxo de exportação deste tipo de resultado aos chineses em 2017, antes do início da guerra mercantil) e aumentar as importações de produtos agrícolas do país para um pouco entre US$ 40 e US$ 50 bilhões – pelo menos o duplo dos US$ 20 bilhões em produtos deste setor que a China agora importa.

Segundo projeções da Bloomberg, esse aumento das importações chinesas no setor agrícola deverá ser responsável por aumentar o PIB norte-americano em um pouco entre 0,2% e 0,3%. No entanto, essa medida pode da mesma forma afetar diretamente o Brasil, já que um levantamento feito pelo Insper apontou que, se a China executar a risca a recomendação de vergar suas importações de produtos agrícolas dos EUA, o Brasil deverá perder muro de US$ 10 bilhões em exportações de produtos do mesmo nicho para o país asiático.

Apesar de ambos os países estarem assinando nesta quarta a primeira tempo do conformidade, o governo Trump já avisou que irá manter as tarifas de 25% na importação dos produtos vindos da China. De conformidade com os representantes do governo, a medida é uma forma dos Estados Unidos se proteger caso os chineses não cumpram a segmento deles, e essas tarifas serão retiradas deste modo que os dois países fecharem a segunda tempo do conformidade. Por enquanto, ainda não foi divulgado quando a próxima lanço será concluída, porém pode demorar ainda qualquer tempo, já que, além das questões comerciais, nesta segunda tempo da mesma forma serão discutidas tópicos adicionais de cibersegurança.

{Fonte}: Washington Post, Folha de São Paulo

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