Vá ler este ensaio de uma mulher cujo marido tem COVID-19

Mesmo com os números do COVID-19 explodindo em todo o país, muitos americanos ainda estão enfrentando a pandemia de longe. Porém quando um membro da família está infectado com o vírus, isso pode mudar em questão de horas. Em um novo tentativa, a editora adjunta da New York Times Magazine, Jessica Lustig, descreve o impacto que o diagnóstico de seu marido teve na vida de sua família.

No momento da redação deste item, o marido de Lustig (publicado {como} "T") vinha apresentando sintomas do vírus há 12 dias, incluindo calafrios, dores, febre e tosse com sangue. T tem 56 anos com uma quesito de saúde subjacente (asma grave) e ele foi confinado ao quarto do parelha.

Lustig descreve a logística de cuidar de T enquanto se coloca em quarentena; ela descreve o envio de amigos para vasculhar as lojas vizinhas em procura de Tylenol, mantendo a família e os amigos atualizados em bate-papos em grupo e desinfetando todas as superfícies de sua moradia. Porém por toda segmento, Lustig da mesma forma descreve o impacto emocional do vírus. Ela se preocupa com quem cuidaria de sua filha de 16 anos se ela adoecesse. Em uma relação telefônica com um médico sobre levar T ao hospital, ela começa a chorar, dizendo que tem susto de realizar a relação errada.

O tentativa mostra uma imagem pungente de quão dissemelhante uma família afetada pode testar a pandemia:

É {como} se estivéssemos em um túnel do tempo em que aceleramos a uma velocidade e meia, enquanto todos ao nosso volta permanecem no presente – já o pretérito para nós – e, feliz e inconscientemente, seguem suas vidas comuns, experimentando o prolongamento notícias, orientações e diretrizes mais urgentes, {como} uma vasta experiência comunitária, compartilhando posts e memes sobre febre na cabine, sobre instrução em moradia, sobre distanciamento social, sobre {como} tudo isso é difícil, enquanto vivemos em nossa enfermaria improvisada, vivendo no que em breve será o presente para mais e mais deles.

Para aqueles de nós que ainda estão saudáveis, que estão assistindo os surtos pelo meio de de gráficos e tweets, é significativo lembrar que os números que vemos são mais que números. São vidas humanas, com seus amigos e familiares e tudo o mais que contêm.



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